Feliz Natal do Scama
Domingo, Dezembro 23rd, 2007
E não é que crescemos muito neste ano?
2007 foi o ano que o Bernardo nasceu e cresceu, assim como o Bruno que vou conhecer em janeiro e o novo(a) irmãozinho(a) da Gabi, que aproveitou o finalzinho de 2007 para crescer dentro da barriga da Ale.
O ano que pude apreciar o crescimento de inúmeros alunos, percebendo como uma faculdade séria faz diferença. O ano que vários desses alunos se formaram, e cresceram tanto que são maiores que seus mestres. Por méritos próprios, pelo crescimento próprio, hoje são o futuro que tanto almejaram há pouco mais de dois anos.
O ano que eu cresci tanto que descobri que Macintosh é a melhor máquina do mundo, e que vale cada centavo investido. O ano que passei no mestrado. (Tenho que aproveitar os louros de ter passado nesse final de 2007, porque no momento que começarem as aulas, estou irremediavelmente ferrado…)
Claro que nem todos cresceram este ano. O Corinthians, coitado, diminuiu de divisão. Mostrando que tem a maior e mais fanática torcida do planeta, mas que nem a melhor torcida do mundo recupera um time perna-de-pau. E que venha a segunda divisão.
Ano que infelizmente vimos várias pessoas morrerem em acidentes aéreos, e uma imbecil falando que basta relaxar e gozar diante da situação. Mas tudo bem, afinal, o que se pode esperar de uma mulher que criou o Supla? O ano que andar de carro ou de ônibus foi mais rápido que enfrentar um aeroporto.
O ano que o baixinho Romário cresceu em número de gols, mesmo não tendo feito uma boa parte deles. É importante, porém, saber que podemos contar com nossas partidas de totó (pebolin para os mais íntimos) para aumentar nossas chances de fazer sucesso na mídia.
Ano que o principal rabino do país foi preso por roubar gravatas, mostrando que não importa sua religião, ela tem mandatários podres. Padres são pedófilos, rabinos ladrões. E as pessoas continuam acreditando. Nem todos podem crescer, afinal de contas.
Ano que o ACM morreu, causando uma reviravolta no inferno, ao tentar assumir o lugar do capeta. O bêbado Yeltsin foi junto com ele. Infelizmente pessoas ruins continuam vivas, enquanto Paulo Autran, Luciano Pavarotti e Nair Belo morreram. Ao mesmo tempo que um bando de adolescentes também foram dessa para melhor por causa de mais um louco americano. A maior nação do planeta não consegue crescer.
Ano que descobrimos que o Brasil também não cresceu em quase nada, à exceção da cara-de-pau. Seja com Renan Calheiros, que nunca fez nada, seja com Lula, que nunca sabe de nada ou com o próprio povo, que comemora a “vitória” para a realização da copa do mundo, sem se preocupar com o fato de o Brasil ser o único concorrente.
Mas crescemos, individualmente, quando olhamos para o lado e percebemos que temos, além de companheiros de trabalho, amigos. Crescemos quando temos a felicidade de tornar nossa labuta diária em um mar de risos e diversão. Quando percebemos que as pessoas não estão agindo por obrigação, e sim por paixão e tesão pelo trabalho. Quando o que deveria ser monótono torna-se divertido e quando as risadas são uma constante.
Crescemos quando temos que tomar decisões, e às vezes chamar seus antigos companheiros de trabalho apenas como amigos, porque você não pode mais trabalhar com eles. Crescemos quando temos certeza de deixar um profissional à altura, principalmente pelo fato de ter podido contribuir com a formação deste profissional.
E você? Cresceu?
Se você, hoje, olhar para o lado e enxergar amigos, se você olhar para o lado e se divertir, se você olhar para o lado e perceber que fechou o ano com a sensação de dever cumprido, você cresceu.
Se você percebeu que ajudou alguém a crescer, você cresceu.
Se você sorriu, você cresceu. Se você chorou, você cresceu. Se você viveu, você cresceu.
Feliz Natal e um grande 2008!!!
Durante muito tempo falei que ter um iPod era uma grande besteira. Também disse que um xing-ling coreano comprado no Paraguai era uma melhor opção, uma vez que era mais barato, mais fácil de chegar até aqui e, não se eu já falei, MUITO mais barato. Além de tudo, o iPod era mais caro.