Uma abordagem Sistêmica da atual crise ambiental

Fevereiro 19th, 2008
KRÜGER, Eduardo L. (2001) Uma abordagem sistêmica da atual crise ambiental. Desenvolvimento e Meio Ambiente: Teoria e metodologia em meio ambiente e desenvolvimento, Curitiba, UFPR, n° 4,jul/dez pp 37-43, Disponível na World Wide Web em: http://www.ppgte.cefetpr.br/selecao/2005/leituras/krueger2001.pdf

•    O que distingue tecnologia da técnica é a condição sócio-econômica e a fundamentação científica.
•    Tecnologia: Saber baseado em teoria e experimentação.
•    O conhecimento tecnológico permite que hajam paises dominantes e dominados. Países que detém a tecnologia e países que apenas a consomem.
•    A natureza é finita e equilibrada. A tecnologia é infinita e desequilibrada.
•    A alfabetização científica pode salvar o planeta.

Por entre mídias e artes, a cultura

Fevereiro 18th, 2008
PINHEIRO, Amálio (2004) Por entre mídias e artes: a cultura. Revista GHRBH Revista Brasileira das Ciências da Comunicação e da Cultura e de Teoria das Mídias. Vol.6. Disponível na World Wide Web em: http://revista.cisc.org.br/ghrebh6/artigos/06amalio.htm Acesso em 14/09/2006.

•    Na América Latina não existe o conceito de sucessão política linear e progressiva, ou seja, as variantes culturais são muito maiores.
•    No Brasil, existe uma maior interconexão entre os diferentes tipos de mídias, e isso se dá, claramente, pela capacidade de “juntar” vários povos, com várias idéias e culturas.
•    No Brasil a vanguarda estava mais avançada que na Europa, e muito das coisas que se faziam lá só eram compreendidas aqui, e isso graças à nossa herança cultural miscigenada.
•    No Brasil os conceitos sociológicos norte-americanos ou europeus não funcionam. Aqui é necessário usar conceitos mais fluidos, menos herméticos.
•    As mídias são muito mais interconectadas, assimilando conceitos umas das outras. O jornal é um exemplo disso.

Tecnologia, inovação e educação. Chaves para a competitividade.

Fevereiro 15th, 2008
CARVALHO, Hélio Gomes de (1998a) Tecnologia, Inovação e Educação: Chaves para a Competitividade. Revista Educação & Tecnologia. [on-line] Curitiba, CEFET-PR. Volume 2, n° 3, agosto, [cited 26 august 2004], pp 81-95. Disponível na World Wide Web em: http://www.ppgte.cefetpr.br/revista/vol3/art5.htm

•    Alguns dos desafios da tecnologia do ponto de vista social são: A desconexão entre a economia dos produtos primários e a economia industrial; A desconexão entre produção e emprego e, por último os movimentos de capital como força de impulsão da economia mundial.
•    Atualmente há um deslocamento do eixo de empregos, principalmente para área de serviços.
•    Outras tendências e desafios são a formação de megablocos econômicos, a competitividade acirrada em todos os segmentos, a globalização da economia e as tecnologias emergentes.
•    Neste contexto, temos ainda o aumento crescente do peso do complexo eletrônico, um novo modelo de produção industrial, a revolução dos processos de trabalho, a transformação das estruturas e estratégias empresariais, novas bases da competitividade, globalização enquanto aprofundamento da internacionalização e o surgimento de alianças tecnológicas para a competição.
•    Com a globalização tem-se uma forte aceleração da mudança tecnológica, e a gestão de empresas e serviços muda. Os oligopólios avançam baseados na interdependência dos mercados.
•    Entretanto, o processo de inserção no mundo globalizado para um país em desenvolvimento é dificultado pelos países do primeiro mundo.
•    Os fanáticos do livre mercado se recusam a compreender que a ordem mercantil está seriamente ameaçada quando inexistem regras e instituições centralizadas.
•    Na América Latina, a maioria dos países optou por uma “proteção industrial”, ou seja, reserva de mercado, tendo em vista sua carência de experiência industrial. O que se sucedeu foi uma “acomodação”por parte do empresariado, que não buscou níveis de produtividade dentro dos padrões internacionais necessários. Assim, as empresas latino-americanas adquiriram capacidade de  produção, mas não capacidade tecnológica. Isso provocou um aprendizado fragmentado e não sustentável a médio prazo.
•    Para competir mundialmente, uma empresa deve poder internalizar, em escala internacional, bens especializados e recursos, tais como: conhecimento tecnológico, competência organizacional, finanças, etc…
•    As empresas brasileiras, com raras exceções, não desenvolveram, ao longo do processo de industrialização do país, capacitação inovativa própria, o que as limita atualmente em termos de aquisição, absorção, transferência e capacitação tecnológica.
•    A principal vantagem da indústria brasileira é o tamanho do seu mercado interno.
•    Atualmente, a informação é a maior mola-propulsora dos processos de trabalho. Ela está fazendo uma revolução tal que hoje o desenvolvimento depende da capacidade de conhecimento e das informações disponíveis para atuar sobre o processo de trabalho.

Novo direcionamento do blog

Fevereiro 15th, 2008

Bom pessoal, como já havia comentado, agora estou fazendo mestrado. na verdade, apenas estou matriculado, haja vista que as aulas só começam realmente dia 24/03. Nem as matérias escolhi ainda.

De qualquer forma, agora vou aproveitar o espaço do blog para postar coisas relativas ao mestrado. A começar com alguns fichamentos de alguns textos e livros que li para adentrar a UTFPr.

Assim que o mestrado começar, espero poder colocar aqui também os resumos ou fichamentos das aulas. Assim eu tenho certeza que as minhas anotações ficarão a salvo mesmo que meu mac venha a me deixar na mão (o que eu duvido, mas sabedeus)

E é isso. Divirtam-se

Macbook Air - O laptop mais fino do universo

Janeiro 19th, 2008

Eis o laptop mais fino do mundo. Sinceramente, esperava um pouco mais. Ele tem alguns defeitos complicados de se trabalhar nos dias de hoje. O primeiro deles: Ausência de um gravador/leitor de DVD. Isso quer dizer que, se eu for para a praia não poderei passar na locadora e pegar aquele “pacotão” de filmes, porque não terei como assisti-los. No comercial da Apple, nos falam de um drive externo. Mas daí seria mais uma bugiganga para termos que carregar.

Outro problema? Só uma entrada USB. Eu já sofro com o meu macbook pro que tem apenas duas entradas, imagina uma só? Tem uma entrada firewire também, mas entradas firewires são dificílimas de encontrar e, quando o são, é uma facada sem dó.

Do ponto de vista da Apple, tudo será feito wireless. Tudo!!!! Tanto que, no comercial eles mostram um CD sendo instalado via wireless. Guardar arquivos? wireless. Conexão com outros dispositivos? wireless.

A Apple sempre se mostrou atenta ao futuro, e, quando no passado remoto de 1998 lançou o iMac original, a ausência do disquete foi um parto. E eles estavam certos. Com certeza, à frente de seu tempo. Mas, sinceramente, uma boa parte de consumidores irão se afastar do macbook air por causa dessas dificuldades.

Ah, um comentário pertinente: No comercial (guided tour) do produto, a Apple estranhamente instala um produto do seu maior concorrente, o Microsoft Office 2008 para mac. Estranho. Mas Jobs e Gates são homens de negócios muito bons… Alguma coisa (maior) devem estar aprontando.

E para ver o comercial - guided tour, taí o link - http://www.apple.com/macbookair/guidedtour/

E o Netscape, enfim morreu…

Dezembro 31st, 2007

A America online finalmente anunciou o que todos já sabiam: O Netscape morreu. A partir de primeiro de fevereiro de 2008 o software será descontinuado.

Não posso dizer que já foi tarde, porque, afinal, se não fosse nosso amigo Marc Andreesen e o Netscape, com certeza a internet não seria o que é. Dá até um certo pesar, já que qualquer um que saiba um pouco da história da internet sabe que Andreesen caiu do cavalo por uma grande campanha prá lá de agressiva da Microsoft, revelando o que também todos já sabiam: Que Bill Gates não é um cara bonzinho. É um empresário. E, como tal, que ganhar dinheiro de qualquer forma.

O caso é que, depois que o Netscape foi vendido para a AOL, a coisa degringolou de uma maneira poucas vezes vista na indústria de software. Agora, depois da investida da Mozilla através do Firefox ficou realmente insustentável a permanência do Netscape. Segundo pesquisas recentes, o browser tinha cerca de 0,6% do mercado. Muito, muito pouco mesmo. Talvez apenas Steve Jobs conseguiria salvar o software. Mas Steve Jobs não estava lá. E o Nescape morreu.

Meus pêsames à família e também a todos nós, que vivemos e gostamos da internet. Aquele “tio mais velho” acabou de falecer.

Homens do Amanhã

Dezembro 30th, 2007

Acabei de ler um dos livros mais legais sobre quadrinhos e cultura de massa que já pus a mão: Homens do Amanhã, de Gerard Jones é um primor.

Nele, o autor revela como foram forjadas as principais bases dos chamados “comics” norte-americanos, isso tudo tendo como base a invenção de dois nerds (ou geeks, como no livro): O Superman.

Só que o livro vai muito além. Jones começa desde o século retrasado,  onde imigrantes judeus foram expulsos de diversos países e foram parar em guetos norte-americanos. Entre eles, Harry Donelfeld e Jack Liebowitz. O primeiro, um fanfarrão que teve a maior indústria de entretenimento nas mãos e o segundo, seu contador. Jones descreve as histórias destes homens desde os tempos dos sindicatos até a formação do Time-Warner Group. Isso tudo passando por revistas pornográficas, crimes na lei seca e desvio de verbas. Um primor.

Junto à esses senhores, temos a história de Siegel e Shuster, dois judeus um pouco mais jovens que os anteriores mas igualmente sonhadores. Os homens que criaram o Superman. E, claro, foram surrupiados pelos dois camaradas supracitados.

A parte mais interessante, no meu ponto de vista, é ver como Jones não toma partido, não faz juízo de valor. Deixa o leitor decidir quem está certo e quem está errado nas decisões tomadas. Na maioria delas, Liebowitz e Donenfeld são vilões. Mas nem sempre. Se Jerry Siegel fosse um tanto menos orgulhoso, e muito menos tonto, com certeza não teria sido passado tão para trás.

Temos também no livro histórias do criador de Batman, Bob Kane, que nunca foi passado para trás e, muito por causa disso, passou muita gente para trás, temos a história do surgimento da Marvel comics e de como Stan Lee virou a cara dos quadrinhos na década de 60, histórias sobre os quadrinhos de terror e as franquias comicas da Disney.

Enfim, um grande livro, indispensável para quem, como eu, adora a nona arte. O único problema sério é a capa ridícula, que desestimula qualquer humano a comprar o livro. Sinceramente, se não lesse as resenhas sobre o livro, jamais o compraria, uma vez que a capa dá a entender que o livro é sobre gadgets, infância, ou qualquer coisa do gênero. A Conrad poderia ter caprichado mais na apresentação.

O ataque dos tomates assassinos

Dezembro 26th, 2007

Férias são um fenômeno interessante. Você passa o ano todo implorando e, quando elas finalmente chegam, você fica entediado. Principalmente se você tira férias antes do resto da galera.

De qualquer forma, quarta-feira encontrei um blog muito bom (cinetrash revival), com links de downloads de filmes trash. Eu não sou muito fã do gênero, mas algumas vezes fico curioso.

Estava fuçando o que tinha de bom por lá quando dei de cara com um clássico: O Ataque dos Tomates Assassinos.

O filme é muito, muito ruim! Mas de tão ruim, fica bom. Algumas das piadas são geniais, como o militar especialista em disfarces que se disfarça de tomate. E é descoberto porque pede ketchup na refeição com os tomates. Isso sem falar na tiração de sarro com o Superman e com Hair.

Os atores são péssimos, no mesmo nível das piores pornochanchadas nacionais, e isso dá um certo clima para o filme. os efeitos especiais, então, são hilários. Fazem com que os filmes do Godzilla (que eles também sacaneiam) sejam superproduções. E a melhor parte são as vozes dos tomates. Afinal, que tipo de monstro não tem um rosnado ameaçador?

Ruim, ruim de doer!!!! mas que é engraçado é. Como eu sempre falo aos meus alunos, há de se ter discernimento. Você pode gostar, mas não pode falar que é bom. Este é o caso!

Feliz Natal do Scama

Dezembro 23rd, 2007

E não é que crescemos muito neste ano?
2007 foi o ano que o Bernardo nasceu e cresceu, assim como o Bruno que vou conhecer em janeiro e o novo(a) irmãozinho(a) da Gabi, que aproveitou o finalzinho de 2007 para crescer dentro da barriga da Ale.
O ano que pude apreciar o crescimento de inúmeros alunos, percebendo como uma faculdade séria faz diferença. O ano que vários desses alunos se formaram, e cresceram tanto que são maiores que seus mestres. Por méritos próprios, pelo crescimento próprio, hoje são o futuro que tanto almejaram há pouco mais de dois anos.
O ano que eu cresci tanto que descobri que Macintosh é a melhor máquina do mundo, e que vale cada centavo investido. O ano que passei no mestrado. (Tenho que aproveitar os louros de ter passado nesse final de 2007, porque no momento que começarem as aulas, estou irremediavelmente ferrado…)
Claro que nem todos cresceram este ano. O Corinthians, coitado, diminuiu de divisão. Mostrando que tem a maior e mais fanática torcida do planeta, mas que nem a melhor torcida do mundo recupera um time perna-de-pau. E que venha a segunda divisão.
Ano que infelizmente vimos várias pessoas morrerem em acidentes aéreos, e uma imbecil falando que basta relaxar e gozar diante da situação. Mas tudo bem, afinal, o que se pode esperar de uma mulher que criou o Supla? O ano que andar de carro ou de ônibus foi mais rápido que enfrentar um aeroporto.
O ano que o baixinho Romário cresceu em número de gols, mesmo não tendo feito uma boa parte deles. É importante, porém, saber que podemos contar com nossas partidas de totó (pebolin para os mais íntimos) para aumentar nossas chances de fazer sucesso na mídia.
Ano que o principal rabino do país foi preso por roubar gravatas, mostrando que não importa sua religião, ela tem mandatários podres. Padres são pedófilos, rabinos ladrões. E as pessoas continuam acreditando. Nem todos podem crescer, afinal de contas.
Ano que o ACM morreu, causando uma reviravolta no inferno, ao tentar assumir o lugar do capeta. O bêbado Yeltsin foi junto com ele. Infelizmente pessoas ruins continuam vivas, enquanto Paulo Autran, Luciano Pavarotti e Nair Belo morreram. Ao mesmo tempo que um bando de adolescentes também foram dessa para melhor por causa de mais um louco americano. A maior nação do planeta não consegue crescer.
Ano que descobrimos que o Brasil também não cresceu em quase nada, à exceção da cara-de-pau. Seja com Renan Calheiros, que nunca fez nada, seja com Lula, que nunca sabe de nada ou com o próprio povo, que comemora a “vitória” para a realização da copa do mundo, sem se preocupar com o fato de o Brasil ser o único concorrente.
Mas crescemos, individualmente, quando olhamos para o lado e percebemos que temos, além de companheiros de trabalho, amigos. Crescemos quando temos a felicidade de tornar nossa labuta diária em um mar de risos e diversão. Quando percebemos que as pessoas não estão agindo por obrigação, e sim por paixão e tesão pelo trabalho. Quando o que deveria ser monótono torna-se divertido e quando as risadas são uma constante.
Crescemos quando temos que tomar decisões, e às vezes chamar seus antigos companheiros de trabalho apenas como amigos, porque você não pode mais trabalhar com eles. Crescemos quando temos certeza de deixar um profissional à altura, principalmente pelo fato de ter podido contribuir com a formação deste profissional.
E você? Cresceu?
Se você, hoje, olhar para o lado e enxergar amigos, se você olhar para o lado e se divertir, se você olhar para o lado e perceber que fechou o ano com a sensação de dever cumprido, você cresceu.
Se você percebeu que ajudou alguém a crescer, você cresceu.
Se você sorriu, você cresceu. Se você chorou, você cresceu. Se você viveu, você cresceu.

Feliz Natal e um grande 2008!!!

Por que ter um iPod?

Dezembro 22nd, 2007

iPodDurante muito tempo falei que ter um iPod era uma grande besteira. Também disse que um xing-ling coreano comprado no Paraguai era uma melhor opção, uma vez que era mais barato, mais fácil de chegar até aqui e, não se eu já falei, MUITO mais barato. Além de tudo, o iPod era mais caro.

Bom, mas eu comprei um iPod e agora tenho que me defender, pois não mudei minhas idéias. O iPod é que melhorou muito.

Para começo de conversa, sempre achei que um dispositivo que eu precisasse ficar escolhendo qual música gravar era uma dor de cabeça. Afinal, eu queria poder escutar o que me desse na veneta, na hora que eu quisesse. Isso sem falar que eu gastei um belo tempo e uma bela grana (sem falar o esforço) para ter uma grande coleção de cds. Se eu não pudesse digitaliza-los e colocar todos em apenas um lugar, de que me adiantaria?

Veio então o iPod de 160 Gb. Well, com esse tamanho minha coleção caberia dentro do aparelhinho. Hmmmm. Comecei a me empolgar com a idéia.

Outra coisa que sempre me incomodou um pouco no iPod é que ele sempre teve que ser coordenado pelo iTunes, que funcionava muito lentamente no meu PC. Quando comprei o mac, esse problema parou de existir.

Mas o tiro de misericórdia veio quando decidi fazer da minha biblioteca (sim, eu moro sozinho, logo posso me dar ao luxo de, no quartinho extra, crir uma biblioteca) também um espaço de som, capitaneado pelo meu mac, ligado no meu antigo som da Aiwa que não lê mais cds. Quando fiz isso, senti a necessidade de começar a organizar melhor minha coleção, e nisso o meu iTunes foi espetacular.

Um dos motivos pelos quais eu sempre defendi o cd foram as capas. O outro era a existência (ok, não em todos) das letras das músicas. Isso sempre foi um diferencial. Tanto que o próprio disco de vinil tinha um apelo ótimo nesse sentido. Capas maiores, letras em papel maior…

Só que com o iTunes e um plug-in chamado Gimmesome Tune essas duas particularidades vieram à tona. O meu iTunes agora pode procurar as capas dos discos E as letras das canções ( e exibi-los, logicamente). A idéia de um iPod se aproximava rapidamente.

Com a minha discoteca (nome ultrapassado, huh?) organizada (como você pode conferir aqui) comecei a mexer melhor no iTunes, e descobrir a magia do Cover Flow. Não, ele não funciona apenas para ser bonitinho. Realmente ajuda. Isso sem falar que graças ao gimmesome tune eu podia ler todas as letras apenas apertando um conjunto de teclas de atalho.

Não teve mais jeito. Comprei o iPod. 160 Gb. Agora TODA minha coleção de cds cabe na palma da minha mão, além de alguns vídeos que baixei no You Tube graças ao ótimo software TubeTv. Também tem um joguinho muito bom no novo iPod, parecido com o Jogo do Milhão do titio Silvio, mas com sua própria biblioteca de álbuns. Muito mais bacana do que o joguinho da geração 5. Isso sem falar que o Cover Flow está presente e que a interface está mais intuitiva do que nunca.

Ainda penso que, se você não é um ouvinte incondicional de música, e se toda sua coleção de cds cabe num porta-cds de 15 unidades, um xing-ling paraguaio terá um custo benefício muito maior do que a compra de um iPod. Agora, se você realmente escuta música, aconselho dar uma olhadela no gadget da Apple.